Informo que a história é baseada em factos não reais com personagens fictícias e que pode ferir a susceptibilidade dos mais sensíveis!Inclui palavrões, sexo, homossexualidade, xenofobia e muita demência!
Não digam que eu não avisei!
- O Início
O culto “Zézadas” tem origem dia 22 de Março de 1998 no pavilhão F desta escola.
A meio de uma aula de Matemática orientada por uma professora "bem boa", cerca de sete alunos saíram da aula para ir realizar as suas práticas sexuais como de costume! O desejo era de tal ordem que a meio das escadas que davam acesso ao WC, já havia seios e pénis a descoberto prontos para a orgia. Entretanto um barulho estranho vindo do interior de uma das sanitas que servia de apoio a uma bela canzana suscitou uma extrema curiosidade a todos eles. Lá de dentro era emitido um gemido como se de alguém se tratasse… e não é que havia mesmo alguém no interior da sanita! Após algum esforço foi possível arrancar a sanita e assim socorrer o “pobre coitado”. Tinha um aspecto chupado, esquelético e estava coberto com uma grande camada de fezes humanas, como se não bastasse era paraplégico. Realmente agora percebia-se o porquê de existir uma cadeira de rodas junto à casa de banho.
Depois de recomposto e aparentemente confortável na sua cadeira, o “Zé” explicou o porquê de estar dentro da sanita.
Zé – Pois bem, eu sou funcionário público (ainda dizem que os funcionários públicos têm uma boa vida) e trabalho dentro desta sanita desde o dia 10 de Maio de 1983. Faço parte de um grupo de trabalho muito restrito da sociedade portuguesa, pois pertenço à grande empresa de nome RCM (Reservatório Central de Merda) na qual desempenho a função de “comedor de merda”, uma tarefa árdua e que exige muito de mim. Comer entre dez e quinze quilos de “cócó” por dia é de deixar qualquer um mal disposto, até aos oito quilos ainda se digere bem, mas depois já começo a ficar cheio de tanta “paparoca”. Agora desculpem-me mas voltem a colocar-me no meu posto de trabalho, pois se aparece por aí a ASAE para fazer um controlo de qualidade vê que a merda se está a aglomerar nos canos e eu sou despedido com justa causa.
E assim foi, o “Zé” regressou ao trabalho e os alunos perante uma história de vida que ainda agora estavam a descobrir ficaram sem tesão e regressaram à aula, mas durante o resto do dia não conseguiram tirar o “Zé da cabeça”.
Continua .......
2 comentários:
Zé...o zé é tudo, é o pus da borbulha, é o escroto, a merda a boiar no Trancão, o universo vaginal, o Zé é um amigo no fundo intrísseco da quetão fundamental da nossa real existência.
Portugal não seria Portugal se não existi-se um Zé, sempre pronto para lutar pela sua terra. D.Afonso Henriques não seria o primeiro Português se não exiti-se um cabrão de um Zé sempre pronto a apoiar o Divino Rei a bater na sua suina progenitoura. E hoje meus amigos, e sim esta é a verdade a pura verdade, hoje não seriamos todos Portugueses se não fosse o apoio incondicional do amigo Zé.
O Zé hoje chefia uma centra de produção e distribuição de merda, é feliz e recomenda-se.
Portanto meus amigos a minha mensagem singela e humilde vai directamente para esse fenómeno social e motivador, o meu amigo Zé.
Um balde cheio de zainas merdejantes para ti Zé.
Há Comunidade Zé não podia deixar de endereçar um valente auas javaporco.
Abraço
Acho que o Joni conseguiu resumir tudo o que o que passa pela mente dos verdadeiros conhecedores do espírito Zé... Um grande auas para todos vós...
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