Pois bem hoje encontrei o Aias atrás dum pinhal, descobri que o gajo era pirómano estava a atear fogo à mata o filha da puta. Disse-me que o pai do Zainas lhe tinha fodido a mulher e que já não aguentava com o tamanho dos cornos que tinha, como tal ia puxar fogo aquela merda toda e imolar o seu corpo!Entretanto aparece o Znigas com uma puta de uma narsa e bebe o álcool todo que o Aias tinha para puxar fogo à mata.
Descontrolado com o acontecimento, Aias dá umas marradas com as suas grandes hastes, perfurando toda a zona anal de Znigas deixando-lhe o intestino todo de fora. Assistindo eu a toda esta situação, tive de aproveitar a tripa para fazer uns belos enchidos com a carne putrificada da mulher do Zé.
O Zé ainda me disse: Ah e tal… estava a guardar a carne para quando houvesse um ataque nuclear realizado pelo batalhão de Louva-a-Deus, mas como já estou com fominha podes levar um bocado das mamas dessa porca que sempre me fodeu a vida!
Assim foi, o Znigas ficou com menos 2 metros de intestino, mas todos nós ficámos com uns chouriços para degustar durante uns dias.
Já o Aias, perdeu a vontade de morrer que tinha e decidiu ganhar a vida a rebentar o anús das putas do Restelo, ficando-lhes de seguida com a guita feita por elas nessa noite.
Eu já o avisei que isto ainda vai dar merda, mas veremos o que sucede daqui para a frente.
1 comentário:
Cá está mais um conto bonito, simpático e no fundo cheio de romantismo e um amor literalmente visceral entre as personagens criadas pelo autor. Curioso também é observar a estrutura surreal que envolve toda a narrativa e que nos faz transportar para uma realidade alternativa deixando o leitor ansioso por novo capítulo sempre repleto de referências escatológicas e bem ordinárias. É sem dúvida uma lufada de ar fresco (ou neste caso fétido) na literatura portuguesa contemporânea...
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