Nesta altura em que tantos de nós lamentam... uma merda qualquer e outros tantos outra merda qualquer, há que dizer e relembrar que o Zé morreu. Em honra à vida deste insignificante pedaço de merda, fui ver se encontrava um qualquer peido mental entre os escritos que deixou (tinha acabado de bater uma enquanto uma das minhas enfermeiras papava o conaço a outra e estava entediado, que querem?). Lá encontrei isto, este retrato intemporal:
"Autoretrato de mim mesmo feito por mim:
Olá mundo, o meu nome é Zé, tenho 18 anos e quando me perguntam se cago o que como ou se como o que cago costumo responder "do que eu gosto mesmo é de papar merda às pazadas".
Sei que não sou o homem mais bonito que por aqui anda, nem um daqueles galãs que vemos no cinema que conseguem mexer as pernas, mas tenho uma verga trabalhadora e não sou esquisito. O meu pai disse-me uma vez:
"Zé, a esquesitice é a mãe de todas as punhetas!"
e aquilo tocou-me fundo. Se foi aquilo, ou a picha gigante do cabrão a furar-me a peida toda, não sei, mas nunca mais me esqueci dessas palavras. Hoje em dia, virtude dos seus sábios ensinamentos, não há cu que não me agrade, nem cona que eu não lamba. Isso e só cago panquecas. Desde os meus 10 anos que não consigo cagar um tarolo bem cilindrado, só paquecas, pizzas, tartes ou discos voadores.
Gostava um dia de correr a meia marotona, ou de andar de bicicleta, mas não posso. Sou paraplégico. Por isso fodo, masturbo-me, cago e como merda. Todos temos de nos entreter de alguma maneira e esta é a que eu escolhi.
A minha vida é apanhar a merda que os outros fazem. Apanhá-la e comê-la. Um trabalho que enceto com todo o orgulho. O trabalho libertar-me-á, o trabalho paga-me as putas, comer merda dá-me putas.
Há uma pergunta eterna que muitos têm medo de se fazer a eles mesmos: "Serei eu feliz?" Eu não tenho medo nenhum desta pergunta. Posso ter medo de cagalhões com pevides de kiwi, de DSTs que me façam apodrecer a piça, de palhaços do Cardinalli, de iogurtes com pedaços, do meu amigo anónimo, de conas com sabor a alho (dá um bafo do caralho) ou de tartes de ananás, mas se me perguntam se sou feliz, encho o peito, olho para o céu e com uma voz confiante e um hálito a esterco respondo para todos ouvirem:
"Mete-te na puta da tua vida, meu cabrão do caralho!"
Olá mundo, o meu nome é Zé, tenho 18 anos e quando me perguntam se cago o que como ou se como o que cago costumo responder "do que eu gosto mesmo é de papar merda às pazadas". E sou feliz."
E assim se esvoçaram 3 minutos que nunca mais recupero...
Dr. Baco
Psiquiomerdata
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1 comentário:
Deves ter encontrado essa relíquia numa das vezes em que tavas a satisfazer o teu fetiche de lamber os pés do Zé! Nada te dá mais prazer que lamber os seus magnificos pés com as suas unhas de 25 cm já meio encurvadas, cheias de bocados de meias e com um cheiro a chulé de mandar qualquer um abaixo.
És um cabrão, nunca deixas nada para a malta, quando um de nós quer lamber a bela da unhaca do Zé já nunca apanha nada de jeito, fazes uma limpeza tal que pra nós só restam uns bocaditos do sabugo pra comer!
Invejoso do caralho, vê lá se deixas alguma coisa pra nós!
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