quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Zé, um poeta entre bordas!

Caros leitores:

Como certamente alguns de vocês sabem, o Zé é meu paciente. Pedi-lhe recentemente que trouxesse o seu historial médico, tarefa simples que o anormal não consegui cumprir. Ao invés, trouxe-me um caixote cheio de obras "artísticas" do Zé ao longo dos tempos. De entre as que não usei para limpar cu, encontrei esta pequena pérola:

"Um poema para Reis!"

Papei o cu ao Reis.
Porquê? Não sei.
Ele meteu-o bem a jeito
E eu? Papei!

Meti-lho entre as nalgas.
E lá? Gostei!
O João é o maior!
A apanhar? É Rei!

Depois quis acabar.
P'ra onde? Perguntei.
"É mesmo na boquinha!"
E eu? Esporrei!

Perguntou-me se foi bom.
E eu? Confirmei.
Pediu-me para o chupar.
E eu? Mamei.

O Reis é um bom amigo!
E mais? É gay!
Tem um belo dum reguinho!
Como sabes? Provei!

E pronto. Se mais pérolas achar do nosso amigo Zé (além de paralítico, poeta!) cá as divulgarei.

Os melhores cumprimentos:
Dr.Baco
Medicina Vaginária

1 comentário:

João Alves dos Reis disse...

Recordar tal poema algures perdido entre folhos, fez-me chorar...
O Dr. Baco é fodido!
Deu-me enorme vontade de o enrabar.
Obrigado amigo.
Amplexo vaginal para ti.